Archive for September, 2007

28
Sep
07

Há dias felizes!

E há dias que fazem tempos felizes!

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13
Sep
07

fantasmas…

Os fantasmas servem para nos confortar e nos atormentar.

Cabe-nos a nós escolher qual queremos.

 

 

05
Sep
07

Novo vídeo…

Um novo videoclip… estranho, marado, mas… Não é que sai mesmo da cabeça do senhor Dave Matthews? Tudo, tudo, desde letra, música, instrumentos, videoclip… Tudo o que se ouve e vê é mesmo da cabeça dele, por isso ser como é!

A letra pode ser lida aqui.

03
Sep
07

acabam as férias e…

dou com os olhos nisto:

O mais estranho, é que gosto mesmo de ti. Gosto moderadamente dos amigos e tolero os colegas, a porteira, a empregada e o antunes do supermercado. Mas de ti, gosto mesmo. A tua lembrança é um prazer que desliza, surripiando-me; chegas de repente, agradável como uma brisa quente ou uma boa notícia, e eu imagino-nos cenários, não amorosos nem eróticos, mas, antes, de circunstância: encontros fortuitos, casuais, um pequeno-almoço, um relance de carro, um telefonema, uma gargalhada, um encontro de pulsos, de tornozelos. Faço-o sem qualquer expectativa romântica ou intuito amistoso: és menos do que um amante e mais do que um amigo. Não que me sejas mais próximo ou íntimo, porque não o és, mas porque, mesmo longínquo, me exaltas e entreténs, ocupando o meu espírito movediço e centrando-o, como a perspectiva de ir de férias ou de casar amanhã. Não me iludo, não é disso que se trata: apenas te construo em mim, uma e outra vez, como uma primeira dentada antecipando a gula, lenta e deliberada. Nunca o esmaecer do teu rosto me angustia, antes, enleva-me e inspira-me, soalheiro. Há momentos em que te conduzo para sítios bonitos de cartaz, como jardins secretos e praias desertas, e onde te vejo ao meu lado como se estivesses mesmo. Ali, entabulo conversas, contradigo-te e acotovelo-te, deixando que me faças cócegas e me olhes longamente, como os casais nas fotografias. Encontro-te no estame de uma flor, na caruma dos pinheiros e na linha do horizonte: basta-me olhar com atenção. E cheiras sempre bem: uma mistura de pólenes, resinas e maresias, da qual sobressai o travo adocicado do desejo, quieto como as nuvens mais altas. Acima de tudo, enterneces-me. E é esta perenidade mansa, que não reconhece o escavar do tempo, que não pede retorno e se basta em si mesma, que às vezes me inquieta e assusta, nem sei bem porquê.

também eu gosto assim… gosto mesmo de alguém.




Me, myself and I

Tamia Eu… Eu sou alguém que pensa, que sente, que vê, que observa… Eu sou alguém real, que gosta de muitas coisas, de muita gente. Eu sou alguém que escreve. Umas coisas, sem pretensões. Eu sou alguém que aprende. Diariamente. Tudo. Eu sou ... uma aprendiz da vida.

 

September 2007
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